Você sabia que é possível conseguir uma aposentadoria com contribuições facultativas? Isso mesmo, até sem ter um emprego formal.
Você que não exerce uma atividade remunerada, mas quer garantir o direito à aposentadoria e outros benefícios previdenciários, saiba que a contribuição facultativa pode ser a solução ideal!
Para te ajudar, neste artigo, vamos explicar o que são essas contribuições, como elas impactam a aposentadoria e qual é o melhor caminho para quem deseja planejar o futuro com segurança. Confira o texto até o final!
Aposentadoria proporcional vale a pena?
O que são contribuições facultativas?
Uma aposentadoria com contribuições facultativas representa ações realizadas junto ao INSS por pessoas que não possuem vínculo empregatício, mas podem garantir acesso aos benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença e pensão por morte.
Diferente do trabalhador formal, que tem o INSS descontado diretamente do salário, o contribuinte facultativo deve pagar a previdência por conta própria.
E quem pode ser contribuinte facultativo?
- Dona de casa que não exerce atividade remunerada;
- Estudante que ainda não ingressou no mercado de trabalho;
- Desempregado que deseja continuar contribuindo para não perder direitos previdenciários;
- Trabalhadores autônomos sem CNPJ, como freelancers e síndicos não remunerados;
- Brasileiros que moram no exterior, mas querem garantir aposentadoria no Brasil.
Se você se encaixa em alguma dessas categorias e quer construir um futuro mais seguro, continuar lendo este artigo pode ser o primeiro passo para garantir seus direitos!
Impacto da aposentadoria com contribuições facultativas
Muitas pessoas não sabem, mas contribuir voluntariamente para o INSS pode fazer toda a diferença na sua aposentadoria!
Isso porque se você já trabalhou com carteira assinada, as contribuições facultativas podem complementar seu tempo de serviço e acelerar a aposentadoria. Além da aposentadoria, também dá para ter direito ao auxílio-doença, pensão por morte para dependentes e salário-maternidade.
E, dependendo do valor que você escolher para contribuir, o cálculo da aposentadoria pode ser ainda mais vantajoso.
Mas atenção: o tipo de contribuição escolhida impacta diretamente no valor do benefício. Por isso, é essencial entender as opções disponíveis antes de começar a pagar.

E como realizar contribuições facultativas?
Se você decidiu começar a contribuir para o INSS de forma voluntária, o processo é mais simples do que parece. Confira aí abaixo!
- Faça sua inscrição no INSS
Caso já tenha trabalhado formalmente, basta usar o seu número do NIT/PIS/PASEP. Se nunca contribuiu, pode se cadastrar no site do INSS ou pelo telefone 135.
- Escolha o tipo de contribuição
Existem três planos principais para contribuintes facultativos:
- Plano Normal (20%) – Permite escolher o valor da contribuição (entre um salário mínimo e o teto do INSS). Quem contribui nessa modalidade pode se aposentar por tempo de contribuição ou idade, além de ter um benefício com valor superior ao salário mínimo.
- Plano Simplificado (11%) – Contribuição reduzida para quem não pretende se aposentar por tempo de contribuição. Aqui, o benefício previdenciário será sempre limitado ao salário mínimo.
- Facultativo Baixa Renda (5%) – Destinado a donas de casa e pessoas sem renda própria inscritas no Cadastro Único para programas sociais do governo. Também garante apenas a aposentadoria por idade e benefícios no valor de um salário mínimo.
- Gere e pague a Guia da Previdência Social (GPS)
O pagamento é feito por meio da GPS (Guia da Previdência Social), que pode ser gerada no site da Receita Federal. O vencimento ocorre todo dia 15 do mês seguinte à contribuição.
Procedimentos para requerer benefícios por incapacidade laboral
O futuro se constrói agora!
A aposentadoria com contribuições facultativas pode parecer um assunto distante, mas planejar cedo faz toda a diferença! E essa é uma excelente alternativa para quem deseja garantir proteção previdenciária mesmo sem um emprego formal.
Só não se esqueça de uma coisa: a escolha da melhor forma de contribuir para evitar erros que possam comprometer seus benefícios. E, para isso, é fundamental buscar uma orientação previdenciária!
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